Histórias
de médicos - 21/06/2009
Há
muitos médicos na face da terra e, por conseguinte, grande
variedade de procedimentos por parte de cada um deles.
Existem
belas histórias de médicos que se superam como profissionais e
conseguem grandes resultados junto aos pacientes, mesmo sem uso de
remédios ou bisturis.
Todos
nós conhecemos histórias assim, de homens da saúde que, com sua
sabedoria curam, desde doenças físicas até as enfermidades da
alma.
Vejamos
o exemplo de um médico com esta consciência:
Um
amigo deste médico lhe perguntou qual era a fórmula mágica que
usava para ajudar seus pacientes e ele respondeu:
-Meus
doentes se restabelecem com uma prescrição que foi recomendada há
muitos séculos, na Galiléia. Ponho-me, às vezes, a pensar sobre o
que aconteceria se o Sermão da Montanha fosse levado em conta por
todos os médicos... É indiscutível que Jesus nos deu conselhos
preciosos para o bem-estar mental e físico.
-Fazer
o bem com desinteresse é a maior das salvaguardas contra as lamentações
inúteis, o ódio e o medo. Por conseguinte, é uma espécie de remédio
contra muitas formas de insanidade.
Outro
médico contou que certo dia foi chamado a atender a um agente de
seguros chamado Bill Wilkins, que acordou certa manhã num hospital
para alcoólatras.
Com
profundo desânimo Bill perguntou ao médico:
-Doutor,
quantas vezes já estive neste buraco?
-Cinqüenta,
respondeu o médico. -Você já se tornou um dos nossos mais velhos
pacientes.
-Este
vício acaba me matando, o senhor não acha? Indagou.
-Ora
Bill, respondeu o médico com voz grave, você, no caminho por onde
vai, não vai durar muito.
-Então,
que tal se me deixasse tomar um tragozinho? Sugeriu Bill, com
o rosto iluminado.
-Está
bem, concordou o médico. Mas vamos fazer um acordo. Há um rapaz no
quarto ao lado que está em más condições. É a primeira vez que
vem aqui. Se você se mostrar a ele, como um horrível exemplo do
que o espera, talvez consiga fazer com que renuncie à bebida para o
resto da vida.
Em
vez de zangar-se, Bill mostrou-se interessado.
-Está
bem, respondeu. Mas não se esqueça da garrafa, quando eu voltar.
O
rapaz estava mesmo em péssimas condições. Bill, que se
considerava incapaz de convencer a quem quer que seja, mal pôde
acreditar na sua própria voz, quando começou a insistir com o moço:
-O
álcool é uma força externa que conseguiu vencê-lo. Só outra força
poderá ajudá-lo. Se não quiser chamá-la de Deus, poderá denominá-la
a verdade. O nome pouco importa, o importante é que essa força
está dentro de você.
Fosse
qual fosse a reação do rapaz, Bill acabou por impressionar-se a si
próprio.
Ao
voltar ao seu quarto, esquecera o trato feito com o médico.
Interessando-se,
finalmente, por outra pessoa, permitiu que a lei do desinteresse e
da generosidade viesse em seu próprio auxílio.
Os
resultados foram tão eficazes que ele se tornou o fundador de um
movimento muito útil, para os que perderam a fé em si próprios, e
cujo nome é Alcoólicos Anônimos.
[baseado
num artigo da revista Seleções]
Toda
pessoa tem na intimidade a centelha divina.
E
por mais difícil que esteja a situação, sempre haverá uma solução
possível, basta que a busquemos com disposição e coragem.
PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE.