Reação
em cadeia - 17/05/2009
O
executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.
Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista:
-Agradeço
pela corrida. O senhor dirige muito bem.
E,
ante o espanto do motorista, continuou:
-Fiquei
impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do
trânsito difícil.
O
profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.
O
executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.
-Muito
simples – explicou ele. -Estou tentando trazer o amor de
volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.
-Você
sozinho? –
Disse o outro.
-Eu,
sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da
minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o
que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai
ser gentil com todas as 20 pessoas que conduzir, porque alguém foi
gentil com ele. Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil
com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família
Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar
pelo menos em mil pessoas, num dia.
O
executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio
que o amigo lhe explicava.
-Mas,
você vai depender de um taxista!
-Não
só de um taxista,
-respondeu o otimista. -Como não tenho certeza de que o método
seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas
que eu contatar hoje. Se eu conseguir que, ao menos, três delas
fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir
influenciar as atitudes de um sem número de outras.
O
executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser
que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se
sensibilizasse com as palavras gentis.
-Não
tem importância, -foi a resposta pronta do entusiasta. -Para
mim, não custou nada ser gentil.
[com
base em texto de Art Buchwald]
Você
já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos
trazer a correspondência em nossa residência?
Ao
médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...
E
a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque
ninguém lhes reconhece o trabalho? Se ele receber um elogio de um
pai de como é bom o trabalho que está realizando com seu filho,
certamente ele influenciará todos os alunos das várias classes em
que leciona!
E
cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus
vizinhos.
Pode
não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa
campanha da gentileza...
Diz
um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não
podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo
alguma coisa.
Pensemos
nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.
Pode
não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode
ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.
Melhor
do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em
fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos
os dias.
Assim
estaremos espalhando o germe da gentileza, que torna as pessoas mais
próximas umas das outras.
Uma
campanha que espalha confiança, tranquilidade...
Experimente
começar hoje a sua adesão à campanha da gentileza, e ajude a
transformar a nossa cidade num oásis de paz e cordialidade.
....e por falar nisso, te
desejo.....PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE.
PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE.