Julgamento
precipitado - 28/09/2008
Um
homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a
não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada
um em uma viagem, para observar uma Parreira que estava plantada em
um distante local.
O
primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o
terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono.
Quando
todos eles partiram, e retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada
um descrevesse o que tinham visto.
O
primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O
segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões
verdes, e cheia de promessas.
O
terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores,
que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele
arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha
visto.
O
último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore
estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...
O
homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos,
porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele
falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas
uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a
alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao
final, quando todas as estações estão completas.
Se
você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da
Primavera, a beleza de seu Verão, e a expectativa do Outono.
Moral
da História:
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas
as outras.
Não
julgue a vida apenas por uma estação difícil.
Persevere
através dos caminhos difíceis, e melhores tempos certamente virão
de uma hora para a outra!!!
[autoria
desconhecida]
Quem
é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu
julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a
conclusões precipitadas.
Nunca
encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho
termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre…
Às
vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a benção que ela
nos traz…
E
com relação ao julgamento de pessoas?
Quantos
de nós costumamos julgar as pessoas pelas aparências, embora
saibamos que estas são enganadoras.
E
o pior é que, se as aparências não nos agradam, marcamos a pessoa
e nos prevenimos contra ela e suas atitudes.
Uma
antiga e sábia oração dos índios Siuox, roga a Deus o auxílio
para nunca julgar o próximo antes de ter andado sete dias com as
suas sandálias.
Isto
quer dizer que, antes de criticar, julgar e condenar uma pessoa,
devemos nos colocar no seu lugar e entender os seus sentimentos mais
profundos.
PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE.